domingo, 8 de março de 2009
O Soldado João
O Soldado João em Banda Desenhada
Todos os alunos participaram na leitura desta obra e depois realizaram, individualmente, uma banda desenhada que conta através de desenhos toda a história. Foi divertido para os alunos fazerem esta actividade.
quinta-feira, 5 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Adivinhas
Tem chapéu, não tem cabeça; tem pé, mas não tem perna. Em qualquer bosque ou no prado, basta-lhe uma noite para crescer.
Procura com cuidado, pois é perito em se esconder. O que é?
Sabes de que animais se trata?
Diz-se: “veloz como uma…”. L _ _ _ _
Diz-se: “tagarela como uma…”. PE_ _
Diz-se: “manhoso como uma…”.R _ _ _ _ _
O Baú dos Tesouros
O Iúri fez ainda o reconto desta linda história... Aqui fica:Era uma vez um lenhador com a sua mulher e os seus sete filhos que moravam no bosque. O filho mais novo era do tamanho de polegar, mas era o mais esperto e divertido dos irmãos.
Numa noite, o polegar ouviu uma conversa do pai com a mãe. o pai tinha decidido abandonar os filhos no bosque, pois eram muito pobres. Então o polegar decidiu levar pedrinhas brancas para marcar o regresso a casa. E, assim, aconteceu e eles voltaram para casa.
Cheios de medo andaram muito tempo até que encontraram uma casa, onde bateram e apareceu uma mulher enorme que os deixou entrar. Lá, também morava o Ogre e este disse à mulher para dar de comer aos irmãos, que de manhã estariam mais gordinhos para serem comidos e deitou-os ao lado das filhas. Estas tinham uma coroa que o polegar trocou pelos barretes dos irmãos e assim o Ogre comeu as suas próprias filhas, enquanto que os sete irmãos fugiram.
Ogre foi atrás deles, mas cansado caíu e adormeceu. Os irmãos aproveitaram e ataram o Ogre.
Entregaram este ao rei para que o Ogre pagasse por todo o mal que tinha feito. O rei como recompensa ajudou os pais dos polegar.
Bem...o melhor será ler o reconto feito pela nossa colega:
Era uma vez uma gatinha muito egoísta que se chamava Mimi.
Um dia, os seus amigos foram ter com ela para brincar, mas esta era tão egoísta que não deixava ninguém pôr a mão em cima da sua bola. Os amigos acabaram por se cansar de lhe pedir a bola e decidiram ir embora.
Mimi ficou sozinha e começou a jogar, até que acertou num corvo que ali passava. Mimi ouviu o corvo a ralhar com ela e escondeu-se atrás de uma árvore.
Ela gostava de trepar às árvores, mas não sozinha.
A nossa gatinha trouxe um petisco para comer, mas quando não se tem companhia a comida também não sabe muito bem.
Mimi olhou em volta à procura dos seus amigos, pois queria brincar com eles.
A gatinha começou a procurar os outros gatinhos. Saltou para o telhado para ver se eles lá estavam. Afinal não estavam no telhado.
Mimi correu para o bosque e perguntou:
- Vocês estão aí?
De repente, os gatos saíram do esconderijo e ficaram admirados.
A gata perguntou se estes queriam brincar com a sua bola. E, logo, começaram a brincar todos juntos.
O João leu a história: "O Gato das Botas", fez o reconto desta história e depois este lindo desenho:
Hoje ouvimos mais histórias. Foram contadas pelos nosso colegas... e aqui ficam os seus trabalhos:
O Jamim leu a história: "A cegonha e a raposa" aos colegas. Foi bastante engraçada...E com estas duas personagens percebemos que não se devem pregar partidas!
Aqui fica o reconto feito pelo Jamim sobre a mesma história:
Era uma vez duas amigas, a cegonha e a raposa.
Um dia, a raposa disse:
- Oh...amiga cegonha queres ir almoçar à minha casa?
- Sim, claro que vou! Disse a cegonha.
- A que horas?
- Ao meio-dia, está bem?
- Está bem.
- Combinado!
À hora combinada lá se encontraram.
A matreira da raposa fingiu que não ter planeado nada, mas tinha preparado uma partida para a pobre da cegonha não conseguir almoçar.
Assim, a raposa comeu tudo e a cegonha não comeu nada!
- Eu não quero mais! disse a cegonha.
Depois foi a vez da cegonha convidar a raposa: - Amanhã queres vir a minha casa, raposa?
- Sim, quero!
A cegonha pregou também uma partida à raposa e esta não gostou.
Foi desta forma que ambas aprenderam a mesma lição!

O Elias escolheu a história do Castor Preguiçoso para ler aos colegas. É uma história com bonitas ilustrações.
Ele era tão preguiçoso que ao jantar bebia um sumo de rebentos, sentado numa cadeira de baloiço e com um palhinha, só para não mastigar. Mais, era tão preguiçoso que à noite dormia num pneu de automável, com um guarda-sol a protege-lo do céu para não ver correr a Lua. O Tibério era tão preguiçoso que para poupar energia pedia a um guaxinim para o lavar. Para atravessar o rio usava uma prancha à vela...só para não se cansar.
Por ser preguiçoso...os seus dentes eram enormes e os outros animais achavam que ele era um coelho ou uma morsa!
Então, a garça explicou-lhe que os dentes do castor crescem desde que ele nasce até que morre. Quando rói o castor gasta os dentes, mas como ele era muito preguiçoso os dentes eram compridos de mais. Assim, o nosso amiguinho começou a trabalhar como nunca, isto é, roia tudo até que os dentes ficaram do tamanho normal!
Acham que ele aprendeu a lição e deixou de ser preguiçoso? Não, o Tibério voltou a ser preguiçoso e agora diz que só volta a trabalhar quando os dentes voltarem a crescer!

OS COELHINHOS...DESCOBREM A FLORESTA.


Neste livro havia ainda adivinhas...mas se quiseres saber quais são...vai até à nossa página das adivinhas.
O PINTO PINTAROLA
Os nossos colegas Tiago e Sara fizeram este trabalhinho sobre a obra que escolheram para nos ler...
Contaram uma história bem divertida....Aqui fica ela:
Caiu uma castanha na cabeça do Pinto Pintarola.
-Ai! O céu está a cair!
-disse o Pinto Pintarola.
-Tenho de ir dizer ao Rei.

Pelo caminho encontrou a Galinha Caçarola.
- O céu está a cair!
-disse o Pinto Pintarola.
- Vou dizer ao Rei.
- Vou também – disse a Galinha Caçarola.
E lá foram os dois procurar o Rei.
Pelo caminho encontraram o Galo Gabarola.
-O céu está a cair! – disse o Pinto Pintarola. – Vamos dizer ao Rei.
- Vou também – disse o Galo Gabarola.
E lá foram os três procurar o Rei.
Pelo caminho encontraram a Pata Ventarola.
- O céu está a cair! - disse o Pinto Pintarola. – Vamos dizer ao Rei.
- Vou também – disse a Pata Ventarola.
E lá foram os quatro procurar o Rei.
Pelo caminho encontraram o Pato Estarola.
-O céu está a cair! – disse o Pinto Pintarola. Vamos dizer ao Rei.
-Vou também – disse o Pato Estarola.
E lá foram os cinco procurar o Rei.
Pelo caminho encontraram o Ganso Pachola.
- O céu está a cair! –disse o Pinto Pintarola.- Vamos dizer ao Rei.
Vou também – disse o Ganso Pachola.
E lá foram os seis procurar o Rei.
Pelo caminho encontraram a Raposa Mariola.
-O céu está a cair!
- Disseram eles. – Vamos dizer ao Rei.
- O Rei mora aqui – disse a Raposa Mariola. – Venham comigo.
E era uma vez um Pinto Pintarola, uma Galinha Caçarola, um Galo Gabarola, uma Pata Ventarola, um Pato Estarola e Ganso Pachola!


segunda-feira, 2 de março de 2009
Nossos Textos
Quando chegámos à fábrica começámos por ver um filme que nos explicava o que íamos ver ao longo da visita.
Começámos por ver objectos dos povos que habitavam Portimão e também vimos os utensílios que eles utilizavam.
De seguida, vimos os objectos que encontraram no fundo do rio Arade. Observámos os três canhões de um navio espanhol que se tinha afundado no mar.
Depois fomos ver e ouvir os sons da floresta, o abate da madeira e como ela era utilizada nos estaleiros.
Vimos também fotos sobre os frutos secos e uma parte da história sobre o Manuel Teixeira Gomes.
De seguida, entrámos dentro de um túnel muito escuro - cisterna da fábrica.No fim da visita fomos ver como as operárias tiravam as cabeças às sardinhas, como se tiravam as peles destas, como se cortavam os rabos às sardinhas, como se enlatavam e como se introduzia o azeite nas latas.
Vimos, ainda o infantário para onde iam os filhos das operárias da fábrica.
O amigo novo do ponto e da vírgula
Olá! – falou a vírgula.
Esta semana teve muito calor, até tive de sair do meu livro. – disse o ponto.
Eu não, eu acho que esta semana teve muito frio, que até tive que ligar o aquecedor no máximo. – disse a vírgula.
E começaram a discutir.
Calor! – gritou o ponto final.
Frio! – gritou a vírgula.
Entretanto, apareceu um ponto de exclamação que já estava surdo de tanto ouvir a vírgula e o ponto final a gritar:
- Parem de gritar! – gritou ele no meio daquela confusão.
Eles com medo do alto ponto de exclamação fugiram.
Logo o ponto de exclamação disse:
- Eu não faço mal!
Eles foram devagarinho para ao pé dele e perguntaram muito baixinho com medo:
- Quem és tu? Donde vens? Como te chamas?
O ponto de exclamação respondeu:
- Eu sou um ponto de exclamação. Venho de um livro muito grande. Chamo-me ponto de exclamação e não tenho outro nome.
Perguntaram os dois ao mesmo tempo:
- Porque é que não podes ter outro nome?
Ele respondeu:
- Porque sou um ponto de exclamação e não posso mudar de função.
Eles convidaram o ponto de exclamação para irem à sua casa para este contar mais um bocado da sua história.
-Olá, andas perdida?
Ela respondeu-lhe a chorar:
-Pois, eu ando perdida porque ninguém me liga.
O ponto disse-lhe: - Não digas isso nós somos amigos e eu também andava só.
A vírgula ficou muito contente e agradeceu e lá foram os dois.
Encontraram um ponto de interrogação e a vírgula perguntou-lhe:
-Porque és tão alto?
-Mas não era eu que devia fazer as perguntas? - respondeu-lhe.
Por fim, o ponto final voltou à sua casa redonda, a vírgula à sua casa inclinada e o ponto de interrogação à sua casa alta, a mais alta do mundo!

O Mar

Eu gosto muito de nadar no mar, mas tenho muito cuidado e respeito, pois devemos ter respeito por todas as coisas que fazem parte da Natureza. Quando o mar está muito agitado e com ondas muito grandes nós não devemos ir nadar, pois pode acontecer algo de mal, infelizmente ouvimos dizer muitas vezes que morrem muitas pessoas no mar.
No mar, também, vivem muitos seres vivos, como os peixes. Muitos deles fazem parte da nossa alimentação.
Podemos dizer que o mar é uma fonte de vida.

















