quarta-feira, 13 de maio de 2009

"Se eu fosse uma gotinha de água"

Na sala de aula fizemos individualmente uma composição com o título: "Se eu fosse uma gotinha de água" e depois passamos as nossas composições no Magalhães. As composições ficaram bem giras. Ora lê:

"Se eu fosse uma gotinha de água"



Se eu fosse uma gotinha, viveria ao pé de uma nascente. E nessa mesma nascente brincaria nas poças! Um dia iria descobrir um túnel secreto que iria dar aos sete mares.
Depois, eu entrava mas não seria para brincar, era para conhecer lugares novos.
De seguida, ia para os campos com as minhas amigas, regar os produtos hortícolas.
Conhecíamos um rio chamado “Rio Gotinhas de Água” um mar chamado “Mar do Coro de Peixes” e por fim um lago chamado “Lago das Merendas de Peixes”.
Ora deixem que vos conte, também iríamos ver as nossas amigas nuvens. Falávamos, bebíamos um chá, comíamos uns biscoitos com muito açúcar e depois voltávamos para a terra.
Amiguinhos abrandem um pouco! A história ainda não acabou!
Comeria sal do mar e roubava umas ervinhas para comer mas não eram umas ervas quais queres eram ervas mágicas.
Bem amiguinho com o tempo iria acontecer tudo de novo e iria conhecer novos lugares!


Susana


"Se eu fosse uma gotinha de água"



Se eu fosse uma gotinha de água vivia numa nuvem, numa nuvem cinzenta.
Num dia de chuva, eu cai da nuvem e levei algum tempo até cair no chão.
Quando cheguei, cai numa estrada. Fui escorregando até cair num esgoto. Depois percorri vários quilómetros e cheguei a um laboratório.
Juntamente com as outras gotinhas fomos tratadas. Passei por vários canais para ser tratada.
Ainda juntamente com as outras gotinhas de água cheguei a uma torneira e as outras gotinhas foram para um garrafão ou uma garrafa etc.…
Uma pessoa pegou no copo e abriu a torneira, eu cai no copo e depois essa pessoa bebeu-me.

Tiago Luz


"Se eu fosse uma gotinha de água"




Era uma vez uma gotinha de água que viajou muito e assim começa a história:
A gotinha de água era muito brincalhona.

Ela foi pela sanita abaixo e foi ter ao rio grande. A gotinha quando chegou ao rio ficou muito admirada quando viu o que estava debaixo de água. Lá encontrou uns peixes às riscas e outros animais marinhos que lhe disseram o caminho para sair do rio. Quando viu que estava perto de terra começou a acelerar, até que percebeu que o rio não era assim tão mau e voltou para lá.
Quando lá chegou os amigos ajudaram a gotinha a sair do rio.
No dia seguinte, fez milhões de amigos, encontrou peixes às riscas e de outras formas e a nossa gotinha de água dormiu em casa dos amigos e contou-lhes a sua história até chegar ao rio.
De manhã bem cedo, a gotinha foi à procura de comida, pois ela era muito gulosa e cada vez ficava mais gordinha e grande.
À tarde preparou-se para jantar e depois dormir até ao dia seguinte. A nossa gotinha de água deixou-se dormir a pensar que podia ficar naquele rio para sempre...

Inês


"Se eu fosse uma gotinha de água"


Se eu fosse uma gotinha de água andava pelos mares, passeando e falando com as minhas amigas. Eu passeava tanto pelos mares como também pelos rios.
Nos rios, eu via golfinhos e barcos que me passavam por cima e eu ficava presa na corrente e só podia largar o barco quando ele parasse. Por isso, quando eu e os meus amigos víamos um barco dizíamos:
-Fujam! Vem aí um barco! Gritávamos bem alto.
Mas com os submarinos era bem pior. Alguns amigos nossos morreram por causa disso. Os submarinos subiam e apanhavam as gotinhas desprevenidas. Levavam as gotinhas por cima do submarino e as gotinhas morriam sem água.
Quando eu já era uma gotinha velhinha dizia:
-Pronto! O meu destino chegou.
E acabei nos esgotos, onde vi baratas, ratos, ratazanas e muitos bichos. Era uma gotinha muito suja e triste...



GONÇALO

"Se eu fosse uma gotinha de água"



Se eu fosse uma gotinha de água caia das nuvens e molhava as pessoas. Depois vinha um elevador buscar-me para voltar para as nuvens. Como já estava cansada resolvi ir descansar e sabem como era a minha cama?... Era um pedaço de algodão de nuvem muito fofinho.
De seguida, acordei e fui lanchar. Sabem quem eram os empregados?... Eram pessoas minúsculas de algodão. A comida adivinhem o que era?... Era peixe de algodão, mas lá por ser peixe de algodão era bem bom, a bebida era chá verde de algodão.
Depois fui fazer uma visita à maior gota.
Os empregados dela trouxeram-me outro chá, mas de laranja de algodão.
Fui visitar o chefe das gotas e os empregados deram-me um chá de Kiwi de algodão.
Mais tarde, fui para casa com uma dor de barriga e comecei a vomitar azul, laranja e verde quase que parecia um arco-íris.
Convidaram-me para uma festa de algodão, mas eu não pude ir pois estava doente. Assim, fui ao médico e ele deu-me um xarope azul, laranja e verde mas ainda fiquei pior. Fui, então a outro médico que me deu um xarope de kiwi, mas também não resultou. Já quase estava a desistir quando fui a outro médico e finalmente resultou para curar a minha má disposição foi preciso um xarope de maçã.
E assim pude ir à festa de anos do meu colega!

Marta

"Se eu fosse uma gotinha de água"


Se eu fosse uma gotinha de água eu vivia na maior nuvem que houvesse no céu.
Um dia, quando já estivesse pronta para saltar para o mar a nuvem deixava-nos saltar.
Eu era sempre a primeira a saltar porque já sabia que não me ia acontecer nada.
Eu praticava sempre um desporto - páraquedismo…
Algumas das minhas amigas e irmãs tinham sempre medo de saltar para o mar porque pensavam que lhes ia acontecer alguma coisa.
Um dia, uma das minhas irmãs feriu-se e eu fui logo ter com ela. Eu ajudei-a porque quando me feri ela também me ajudou.
Depois de passarem alguns dias, eu evaporei-me com mais algumas gotinhas de água, graças a Deus que não nos aconteceu nada.
Raul

Se eu fosse uma gotinha de água …



Se eu fosse uma gota de água e vivesse no mar teria quatro amigas estrelas – do – mar, duas sardinhas e um caranguejo.
Eu brincava todos os dias com as minhas melhores amigas e a minha brincadeira preferida era quando elas estavam desprevenidas fazia-lhes muitas, muitas e muitas cócegas nos seus pés, nas suas barrigas e debaixo dos braços. Elas escancaravam – se a rir muito e muito.
Sabem? Eu tinha uns dedos com uns fios peludos faziam muitas cócegas.
Mas, também gostávamos muito de jogar às escondidas porque tinha o meu próprio esconderijo e eles nunca me encontravam. Nós fazíamos muitas festas de pijama.
Eu, as sardinhas, as estrelas-do-mar e o caranguejo íamos para outros mares visitar outros amigos e outras vezes para acampar.
Quando nós acampávamos à volta de uma concha cantávamos até a hora de dormir.
- Vamos dormir, vamos dormir para de manhãzinha acordar. E lá adormecíamos.
Certo dia, a estrela-do-mar apanhou-me desprevenida e fez-me cócegas, tal como, eu lhe fazia e disse-lhe:
- Boa dá cá mais braço!

Alice

"Se eu fosse uma gotinha de água"



Se eu fosse uma gotinha de água vivia no Oceano, seria amiga das outras gotas de água brincava com elas.
Viajaria por todos os mares e iria a todos os cantos do mundo.
Seria brincalhona com os animais que vivem nos mares.
Gostaria de fazer amigos novos, levar comigo alguns amigos que quisessem ir conhecer novos lugares.
Adoraria ser a rainha das gotas de água ter uma coroa, um castelo de baixo de água e ter um marido que seria o rei dos peixes, tartarugas, búzios, anémonas,... E, assim morava no Oceano para sempre com o meu esposo.
João

"Se eu fosse uma gotinha de água"





Se eu fosse uma gotinha de água não tinha nome. Era azul-bebé como todas as outras e vivia numa nuvem.
Agora vou começar a contar a minha aventura na nuvem branca.
Num dia de sol, eu, a gotinha de água brincava em cima da minha amiga nuvem e ela disse que um dia eu tinha que partir para o mar ou para um rio. Eu disse que não queria partir.
Chegou a noite e eu e a nuvem fomos dormir. No dia seguinte, era dia de chuva e eu fiquei triste por ter que ir embora. A nuvem explicou-me que não precisava de estar triste porque ela estava sempre a ver-me.
Chegou a hora da partida e ela disse xau vimo-nos em breve porque tu vais evaporar-te, está bem?
Lá cai e disse:
- Xau! E fui cair numa nascente de um rio e vi um afluente, percorri o leito desse rio e desaguei na sua foz, fui ter ao mar.
- Que bonito é o mar e tem muitos peixinhos, golfinhos e muitos animais marinhos. Vou conseguir arranjar muitos amigos divertidos e brincalhões.
Passado um tempo já tinha conhecido novos amigos e já me tinha esquecido da nuvem e passei por muitas aventuras: umas desagradáveis e outras agradáveis.Foi muito divertido.
Passei por muitos mares, sem nunca parar com os meus melhores amigos.
Eu
era uma gotinha muito sortuda por ter amigos assim…

JULIANA

"Se eu fosse uma gotinha de água"

Se eu fosse uma gotinha de água, vivia numa nuvem até que fosse para a minha casa habitual,o rio.
Eu e as minhas irmãs tínhamos evaporado e ficávamos nas nuvens.
Quando chovesse, íamos para o mar onde havia milhões, biliões e triliões de gotinhas de água. Estaríamos no mar, fazíamos cócegas aos animais queridos, já fartos de rir que nem conseguíamos conter o riso.
A nossa brincadeira preferida era fazer os surfistas caírem na água e a outra era molhar as crianças. Era tão engraçado.
Quando já era noite víamos quatro ou cinco ou até seis pescadores a pescar para comerem em casa.
Num dia de sol, eu e as minhas irmãs fomos para as nuvens novamente.







Sérgio

terça-feira, 12 de maio de 2009

Os nossos textos...

Olá...amiguinhos aqui neste espaço podes encontrar as composições escritas pelos nossos colegas de sala de aula. Estes alunos gostam de inventar lindas histórias, ora lê:

Aqui fica a composição da nossa Susana...cheia de imaginação:

As cores do arco-íris desapareceram




Certo dia, o arco-íris combinou com o sol, com as nuvens e com o vento fazer uma grande festa a desejar as boas vindas à Primavera.
Assim, começaram os preparativos para a festa: enfeitaram com bocadinhos de cores do arco-íris as fitinhas brancas, depois colocaram luzes a piscar de várias cores, uma brisa para a Primavera se sentir em casa e por fim um repuxo de água.
Chegou a Primavera e a festa abriu portas. Todos estavam lá, mas o arco-íris já não estava com as suas cores normais, ele tinha só preto, branco e cinzento.

Quando a Primavera viu o arco-íris ficou arrepiada porque esta era colorida!
Então, o Sol tentou iluminar o arco-íris para ver se descobria as cores, mas não valeu de nada. As nuvens tentaram molhar o arco-íris, mas ainda fizeram pior e o vento pensou chamar um remoinho, mas este engolia o arco-íris.

De seguida, a Primavera pensou, pensou e não lhe veio nada à cabeça. Passados alguns dias, a Primavera ia embora enquanto o arco-íris continuava a não ter as suas cores.
Depois, o Verão chegou e perguntou:
-Porque é que não me fizeram uma festa dedicada a mim? Como fizeram à Primavera.
-Porque o arco-íris não tem as suas cores…perdeu-as!
-Mas o arco-íris só está doente. Tem de melhorar e ficar de cama.
Passado uma semana, o arco-íris acordou e viu que as suas cores tinham voltado e foi contar ao Verão. A partir desse dia fizeram sempre uma festa.

Susana

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Poesia

O Raul hoje levou esta poesia que encontrou num livro e que gostou. Aqui fica para que possam dar a vossa opinião:


Trás-os-Montes


O ramo ora oferecido
É humilde: é transmontano.
Mas damos-lhe este sentido
Quero ver-vos cá pró ano
.

Este pequeno raminho
Nascido em Trás-os-Montes
Parece todo sequinho!
O calor secou as fontes…


Os nossos montes floridos
Têm beleza de pasmar.
Neles colhemos este ramo
De propósito para vos dar.


Trás-os-Montes é altiva,
Suas gentes são leais.
Damos-vos este raminho
Por não podermos dar mais.

Quem nos dera agora ter
Flores belas e viçosas.
Trás-os-Montes é agreste
Mas tem coisas preciosas.

A gente de Trás-os-Montes
Tem uma vida bem dura.
Sem riqueza, nem protecção,
Vive da pobre agricultura.


Transmontanos, gente pobre,
Vive com alegria,
Tem ares não poluídos
E Fé na Virgem Maria.


Ó senhores do Governo,
Tende também isto em mira:
Trás-os-Montes tem riqueza
Que deve ser desenvolvida.

Não temos inveja de vós,
Nem de vós, nem de ninguém
Mas queremos que Trás-os-Montes
Seja feito todo o bem.
Este ramo tão pequeno
Tem sua significação.
Trás-os-Montes recebe-vos
Com toda a alma e coração.


Bonita não acham?

Baú de Histórias

Aqui ficam alguns dos recontos dos livros que requisitamos na Biblioteca da nossa escola:

A primeira a ler uma história foi a nossa colega Susana com a ajuda da Sara. Ela escolheu "O Flautista de Hamelin"
Reconto: “O flautista de Hamelin"


Há muito, muito tempo a vida na aldeia de Hamelin não era calma, pois estava infestada de ratos centenas, milhares e milhões de ratos eram imensos. O Alcaide de Hamelin estava farto destes ratos. Os aldeões de Hamelin estavam fartos dos ratos, até que um dia, um jovem que vinha com um chapéu invulgar e de flauta na mão lhes disse que podia afastar estes ratos.
O Alcaide apertou-lhe a mão e assim foi contratou-o. Mas o flautista disse que ele tinha de lhe pagar 12 milhões de dólares. O Alcaide até disse que lhe podia dar 100 milhões de dólares.
Então o flautista começou a tocar na borda do lago central de Hamelin e vieram ratos de barris de canos (de todo o lado). De seguida, o flautista levou os ratos, para um lago longe e estes ratinhos hipnotizados afogaram-se. Depois, este foi à aldeia pedir ao Alcaide o dinheiro que este lhe tinha pedido mas ele não o tinha…então o jovem disse que se ia vingar!
O flautista voltou para a borda do lago e começo a tocar, as crianças que estavam a brincar foram atrás. Os pais quando acabaram o trabalho viram que os seus filhos tinhas desaparecido e foram à procura deles em todos os recantos, ao pé das montanhas…
Mas não os encontraram só um velho cego que lhes disse que tinha visto sombras de crianças. Entretanto, passaram-se dias e dias até que um certo dia ouviu-se o flautista, este tinha voltado com as crianças!




Eu gostei muito desta história é um bocadinho triste mas gira!



Susana

O nosso colega Raul também leu a sua história:"O Segredo do Crocodilo Nino".

Reconto: “O Segredo do Crocodilo Nino”



Nino era um crocodilo que caminhava alegremente para a escola. Pelo caminho, encontrou umas bagas roxas e comeu-as e ficou todo pintado e ridículo. Em vez de pedir ajuda, resolveu lavar a boca com a água do pântano, depois sacudiu bem a cabeça para deitar fora a água. Quando Nino acabou de se lavar reparou que ainda tinha os dentes roxos:
- “Oh, não, toda a gente se vai rir de mim!”
Sara resolveu ajudar o seu amigo dizendo-lhe:
- “Podias fingir que estás com gripe.”
Dito isto, Sara enrolou um molho de folhas à volta de boca de Nino a imitar uma máscara. Quando chegaram à escola Sara deu um papel a Nino a dizer:
- “Tenho gripe não posso falar!”
Na aula de música Nino foi desmascarado por um espirro, Nino é mandado ao dentista.
O Nino acabou por perceber como é importante enfrentar os problemas e reconhecer os erros cometidos.


Raul

O Iuri também nos leu uma história muito engraçada sobre uma tartaruga:

Reconto: “Madruga, a tartaruga”




Todos os dias, pela manhã, ainda ensonada, a Madruga ia à horta devagarinho, pelo mesmo caminho. Quando, lá chegou, o tomate protestou, “ Já não era sem tempo”, pois estava carregado. Mas Madruga antes de tratar das alfaces, e do tomate foi cumprimentar a sua amiga Abóbora.
Há muito tempo, que a Abóbora não espantava ninguém, mesmo os pardais. Depois teve um pesadelo que a abóbora estragava a horta toda! Quando acordou estava toda desfeita. Seguiu as pegadas que estavam no chão e passou por vários animais que diziam mentiras, continuou o caminho e encontrou uns pardais que lhe contaram a verdade…




A parte que eu mais gostei foi quando os pardais contaram a verdade.

Iuri Alexandre

A Alice leu uma história sobre um menino chamado Pedro:



Reconto: "Pedro e a Lua"




Pedro adorava a Lua e quando se foi deitar atou um balão ao pulso e adormeceu.
Quando adormeceu começou a sonhar que voava até à Lua.
Quando chegou à Lua descobriu que tinha um rebanho de ovelhas debaixo dos seus pés. Por entre as ovelhas viu um homem de longas barbas brancas, segurando um cajado. O homem olhou para ele, admirado, e perguntou-lhe:
- Quem és tu, rapaz, que fazes aqui?
O Pedro contou a sua história e o pastor escutou com atenção. Depois, o pastor disse-lhe que quando ainda era pequeno tinha a mesma opinião que o menino e também sonhava em ir para um sitio distante. Mas, o pastor arrependeu-se porque ficou lá para sempre .
Quando o Pedro acordou estava em casa e ficou muito feliz .





Alice


terça-feira, 5 de maio de 2009

Madagascar 2

Hoje a nossa turma e outras turmas de 3º e 4 º anos fomos ver o filme: Madagascar 2

Foi divertidissímo e todos se riram!!Susana
TODOS GOSTARAM!! E TODOS SE RIRAM MUITO . MADAGASCAR É FIXE!!!!JULIANA
Gostei muito de ir ao cinema ver o Madagascar, o filme foi maravilhoso meteu muita piada!!Inês
O filme foi muito giro.Alice
EU gostei do ALEX.AXEL
O filme do Madagascar 2 foi muito fixe. Iuri Alexandre
EU adorei ver o Madagastar 2. João Miguel
Eu adorei o MADAGASCAR 2. FOI FANTÁSTICO! JORGE TIAGO
Eu gostei muito de ver o filme MADAGASCAR 2. Foi giro, engraçado e divertido!!! Sara
Eu adorei tanto o filme. Foi muito divertido (Madagascar 2)!!! Marta
Eu adorei ver o Madagascar 2. Achei muita graça!!! Jamim
Eu gostei muito de ver o Madagascar 2, foi muito engraçado??Raul

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Provérbios...

Recados para Orkut
Aqui ficam alguns provérbios sobre este mês que agora começou:


*Tantos dias de geada até Maio, quantas vezes de nevoeiro teve Janeiro.

*Em Maio come a velha ao borralho.


*Em Maio, comem-se as cerejas ao borralho.


*Água de Maio, pão todo ano.


*Favas, Maio as dá, Maio as leva.


*Maio chuvoso faz o ano formoso.



Se sabes mais provérbios sobre o mês de Maio acrescenta-os nos nossos comentários

Para ti...Inês

Recados para Orkut


Hoje tivemos de volta a nossa colega Inês que estava em casa a recuperar de uma pequena operação...Já tinhámos saudades da nossa amiguinha.

Beijos de todos os teus colegas e professora.