quarta-feira, 18 de março de 2009

Abada de Histórias

Hoje, a nossa turma esteve a trabalhar esta obra:"Abada de Histórias"do escritor António Mota.
A nossa professora colocou-nos a trabalhar a pares. Todos tínhamos uma história para ler e depois fazer o seu reconto. O reconto foi feito nos nossos computadores. Foi uma actividade interessante e gira, pois além de trabalhámos a pares, utilizámos pela primeira vez o computador: "Magalhães" e lemos histórias divertidas.
A velha e o garrafão

Era uma vez, uma velha que era tão sovina e avarenta que nem lavava a roupa em condições.
O dinheiro vinha-lhe dificilmente.
Ficava dentro daquela casa eternamente.
Assim já não havia problemas para tirar as notas.
Era o que faltava!
Um dia a velha viu um bicho escuro.
- Um rato? Ui que medo!
O rato desapareceu, e o susto passou.

Daniel e Alice
As Cabras do Pedro


O Pedro não sabia desenhar mais nada a não ser cabras.
Ele desenhava as cabras ao comprido com olhos de carvão, patas finas e altas, barbicha penteada.
Um dia a professora perguntou ao rapaz porque estava sempre a desenhar a mesma coisa (cabras).
Ele respondeu:
- Sei lá, eu gosto deste bicho. - Disse o rapaz encolhendo os ombros.
A professora admirada perguntou-lhe:
- Não gostas de pintar outros objectos?!
- Gosto professora mas, às vezes não me apetece!
- Então e desta vez não te apetece? Não te apetecia desenhar outra coisita?
O Pedro disse que sim.
De seguida, o Pedro foi buscar uma folha branca para começar o trabalho.
O Pedro como nunca tinha feito nada diferente ficou tempos e tempos a fazer aquele desenho.
Finalmente tinha terminado. A professora do Pedro admirada disse:
- Que lindo desenho Pedrinho! Está um trabalho maravilhoso!
Naquela folha muito pintada morava uma linda e velha casa, toda vestida de musgo apertada com laçarotes de hera! Havia um coelho de orelhas um pouco exageradas comia uma cenoura lilás.
A professora disse:
- Vês com foste capaz de fazer um desenho sem cabras!
Pedro disse:
- Mas essa é a casa onde mora a minha cabrinha!
A professora disse:
- Está muito bem desenhadinha!
Pedro coçou a cabeça e suspirou:
A minha cabra está lá dentro a dormir!
Marta e Sérgio
A GALINHA VADIA


Quando a Joana fez anos a sua avó deu-lhe uma franga, mas a Joana não gostou e ficou triste. O que a Joana queria era uma boneca que chorava sem chupeta.
Mas ela não disse nada e meteu a franga no galinheiro, deu-lhe o nome que iria dar à sua boneca, Clara Sofia e deu -lhe comida, um punho de milho e couves partidas aos pedaços.
A Joana um dia chamou pela Clara Sofia e ela não apareceu e a Joana ficou chateada. Ficou à espera a noite toda.
Todas as noites antes de jantar, a menina espreitava sempre o galinheiro mas ela não aparecia. A menina estava muito triste porque a franga tinha desaparecido.
Nessa mesma noite a Joana deitou se cedo com o mesmo pensamento:
- Se calhar a raposa papou-a.
Os dias passaram e as noites também, sem a franga aparecer.
E o que e que aconteceu?
Um dia, a Clara Sofia apareceu à porta do galinheiro e a menina ficou contente.


Juliana e João
Como Nasceram as Zebras


Era uma vez, uma grande cidade, Correquelogodormes, que só com os binóculos se via onde começava.
Os cocheiros gostavam muito da avenida desta cidade porque os cavalos andavam muito ligeirinhos e os clientes chegavam num instante.
Os que andavam a pé não gostavam nada.
Um dia, o Anastácio Inventor, muito conhecido no sítio onde morava, arranjou forma de atravessar com calma e com segurança a larga avenida.
O presidente da cidade de Correquelogodormes ficou muito preocupado. O presidente andou um mês a pensar no problema.
Para que não houvesse protestos, mandou pintar as zebras em muitos sítios.
Mas como havia pouca tinta, só pintaram às riscas.
É por isso que ainda hoje há zebras nas estradas e avenidas.
Que grande injustiça!!!

Inês e Raul
História de um caroço de cereja


Um dia um velho comeu uma cereja, depois sobrou-lhe um caroço que ele enterrou no fundo do seu quintal.
Depois de semear esse caroço cresceu uma pequenina cerejeira. E o velho com as suas mãos experientes regou-a e protegeu-a.
Anos mais tarde, quando a cerejeira tinha o tamanho de duas rocas e a grossura de um fuso, o velho pegou numa navalha e enxertou-a.
E o enxerto pegou.
No ano seguinte, a árvore (cerejeira) tinha dado flores. Quando o vento levou as pétalas da nossa cerejeira e dez minúsculas cerejas apareceram.
De seguida, veio uma geada e as cerejas caíram no solo. No ano seguinte, a cerejeira voltou a vestir-se de flores.
Em Junho, as primeiras cerejas, vistosas e perfumadas envaideciam a nossa querida cerejeira.
Todos os dias o velho levantava-se cedo para ver como estava a cerejeira e também para tirar cerejas.
-As cerejas estão maduras! - Disse o velho.
E disse que o neto quando volta-se de Lisboa iria gostar destas cerejas!
Mas veio o pior porque alguém tinha ido tirar as cerejas!
O velho disse:
- Claro que não são 2 dúzias delas (cerejas) que fazem entristecer um velho!
E murmurava no quintal:
-Preferia perder uma nota de cinco contos! Etc…

Susana e Diogo
O AmoladoR

Todos os anos numa aldeia aparece um senhor com um carrinho engraçado, feito de rodas e pedal, que empurra à mão com mais uma gaita bem guardada no bolso.
Ninguém sabia: o seu nome, donde vinha e onde nasceu.
Entrava na aldeia sem pressas e começava a tocar.
Todos gostavam que aquele senhor toca-se a gaita:
- A…MO…LA…DOOOOOOOOOOOOOORRRRRRR! Gritavam as pessoas...
- Força!


Sara e Priscila

3 comentários:

  1. Estas histórias são muito giras vocês têm boa imaginação!!!

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  2. fantástico , fizeram um bom trabalho.

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